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ondas suaves

Ondas Suaves não é nada mais que a tradução literal dos caracteres 宁波 (Ningbo). Uma pequena cidade costeira situada na província de Zhejiang, China.

ondas suaves

Ondas Suaves não é nada mais que a tradução literal dos caracteres 宁波 (Ningbo). Uma pequena cidade costeira situada na província de Zhejiang, China.

Ei, não me esqueci de vocês!

Dois dias sem vos dizer nada já parece uma eternidade. Não é desdulpa, mas no dia 4 (Domingo) todo o bairro ficou sem electricidade durante 4 horas e tal. Não teria sido tão mau se não fosse das 7 as 11 da noite. Como devem imaginar, sairam todos de casa e foram para a rua. As ruas estavam cheias de gente à espera que a luz voltasse, o que deve ter sido bem lucrativo para o negócio de rua ou até para os restaurantes que serviam refeições à luz das velas. Alguma vez teria de ser, agora já sei o que preciso de preparar para situações como esta. É que por aqui quando falta a luz não é como aí em casa, mais de 4 horas sem luz num país desconhecido torna-se desesperante. Com as ruas atoladas de gente, quando a electricidade voltou a imagem que tenho na memória é um festejo de um golo da selecção, que nem aqueles parques com ecrãns gigantes para se ver os mundiais. Para além disso, confirma-se que a China é um país seguro. Ah, e como é obvio, ninguém sabe o que se passou para termos ficado sem electricidade.

 

 

Ontem foi dia de passeio, visitei um lago enorme com paisagens belissimas, um campo de chá no meio das montanhas e ainda um templo budista, tudo situado nas redondezas de Ningbo. Deixo-vos essa foto para aduçar, o resto fica para depois. Abraços!

 

P.S: Sem fb torna-se dificil de felicitar os aniversariantes, peço desculpa pelo atraso, mas aqui vai um beijo enorme para a Sofia e para a Débor

# Ningbo - Praça Tianyi

Vamos dar uma volta por Ningbo?

Apresento-vos o local onde podem passear e comprar todo o tipo de coisas, tanto chinesas como ocidentais. A Praça Tianyi fica no centro de Ningbo e é um local construído ao estilo europeu. Como já é hábito pela China a praça é grande e está dividida em diversas áreas: restauração (Mcdonalds, Starbucks, Pizzahut), centros comerciais (normalmente vou à Tesco), hotéis, lojas de roupas (desde Zara, H&M, etc), é tão diversificada que até standes de automóveis tem.

 Lembrei-me de vos falar sobre esta praça porque até agora é um dos locais que mais gosto de passear e também por ser sempre aqui que me combino enconrar com os amigos.

Fiquem com a vista do restaurante onde vou jantar hoje, escrevo-vos à pressa porque como bom português já estou atrasado. Abraços!

Dia Nacional

Ontem foi Dia Nacional na China, comemorou-se os 65 anos da República Popular da China e foi também a primeira comemoração do Dia dos Mártires. Como seria de esperar, milhões de pessoas foram desfrutar as férias e portanto, nada melhor para um estrangeiro que ficar quietinho em casa. As ruas estão a meio gá, com muitos locais fechados. Mas se quisermos viajar para fora da cidade, aí será o caos, quase 100 milhões de pessoas a viajar de comboio, ouvi ontem na televisão. O que também ouvi ontem (e hoje) foi foguetes por todo o lado, o barulho é tanto que se rebentar uma guerra agora ninguém vai reparar.

Outra coisa que vi na televisão chinesa foi os prostestos em Hong-Kong, fiquei admirado, porque andava a ler os jornais portugueses que falavam num controlo ainda maior do Governo Chinês, censura, etc e tal. Enfim, continuo a conseguir escrever-vos, o skype funciona sempre, o whatsapp, o wechat, o viber e todos as outras redes sociais chinesas, é o que interessa.

 

Fiquem com mais uma foto da bonita cidade de Ningbo. Abraços!

A tarefa mais dificil - Taxis

os taxis

 

 Sabem qual é a tarefa mais difícil que temos de enfrentar na China? Apanhar um táxi!

 

 Andar nos autocarros é cansativo, desgastante, transpiramos por todo o lado, por vezes somos autenticas sardinhas enlatadas, demoramos imenso tempo a chegar aos locais e pior, temos de ficar sempre em pé. Portanto, quando queremos ir a algum lado tentamos apanhar um táxi e se não conseguirmos lá fazemos o frete de ir de autocarro.

 Ontem eu e os rapazes fizemos um pacto antes de sairmos de casa: «não vamos de autocarro, nem que tenhamos de faltar ao jantar». Adivinhem ... depois de mais de meia hora com os braços no ar a ver os táxis a passar, mesmo sabendo que estavam vazios, desistimos e fomos de autocarro. Nós bem gritamos, esbracejamos, pomo-nos em frente aos táxis, mas eles desviam-se e acenam com a mão a dizer que não (graças a isto já fiquei a conhecer imensas asneiras em várias línguas).

 

 O problema é que isto acontece sempre, sempre, sempre. Seja onde for. Já chegámos a pedir a alguns chineses para chamar o táxi por nós, eles bem abrandam, mas quando nós saltamos detrás dos chineses e tentamos abrir as portas, toca de acelerar a prego a fundo.

 

 Já nos contaram mil e uma desculpas para os taxistas não quererem estrangeiros. Nenhuma delas me retira as horas de desespero que já passei e acima de tudo, o frete do autocarro.

 

 Mas ontem à noite, oh ontem à noite tudo mudou, porque quando quisemos voltar a casa, num golpe de magia … um táxi parou!

 

 Deixo-vos com uma foto que tirei enquanto estava no meio da estrada a tentar apanhar um táxi. Nessa tarde fui de autocarro, obviamente.

 

Abraços!

 

 

 

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